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Archive for the ‘Portugal’ Category

Rezemos o Rosário todos os dias!

(Clicando sobre a imagem veremos um breve vídeo do Santo Padre em Fátima a rezar o Rosário na Capelinha das aparições.)

 

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Audiência Geral

Praça de São Pedro
Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

Santa Matilde de Hackeborn

Estimados irmãos e irmãs

Hoje gostaria de vos falar de Santa Matilde de Hackeborn, uma das grandes figuras do mosteiro de Helfta, que viveu no século XIII. A sua irmã de hábito, Santa Gertrudes a Grande, no livro VI da obra Liber specialis gratiae (O livro da graça especial), em que são narradas as graças especiais que Deus concedeu a Santa Matilde, afirma assim: «O que escrevemos é muito pouco em comparação com o que omitimos. Publicamos estas coisas só para a glória de Deus e a utilidade do próximo, porque nos pareceria injusto manter o silêncio sobre as numerosas graças que Matilde recebeu de Deus, não tanto para si mesma, na nossa opinião, mas para nós e para aqueles que vierem depois de nós» (Mechthild von Hackeborn, Liber specialis gratiae, VI, 1).

Esta obra foi redigida por Santa Gertrudes e por outra irmã de hábito de Helfta, e contém uma história singular. Matilde, com cinquenta anos de idade, atravessava uma grave crise espiritual, unida a sofrimentos físicos. Nesta condição, confiou as duas irmãs de hábito amigas, as graças especiais com que Deus a tinha guiado desde a infância, mas não sabia que elas anotavam tudo. Quando o veio a saber, ficou profundamente angustiada e perturbada. Porém, o Senhor tranquilizou-a, fazendo-lhe compreender que quanto estava a ser escrito era para a glória de Deus e a vantagem do próximo (cf. ibid., II, 25; V, 20). Assim, esta obra é a fonte principal da qual haurir as informações sobre a vida e a espiritualidade da nossa Santa. (mais…)

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A seconda parte da entrevista feita por Paix Liturgique a S.E.R. D. Athanasius Schneider, aqui na tradução italiana. (aqui o acesso à primeira parte na tradução italiana)

Dopo la prima parte, dedicata all’Eucaristia, ci soffermiamo in questa pubblicazione sull’arricchimento mutuo tra le due forme del rito romano, così come auspicato dal Santo Padre nella sua lettera ai vescovi del 7 luglio 2007. S.E. Mons. Schneider ci propone in particolare una riflessione inedita sul rafforzamento nella liturgia moderna, ma secondo una logica tradizionale, del ruolo del diacono, del lettore e dell’accolito. A questo riguardo ci piace sottolineare che, proprio nel periodo in cui abbiamo avuto la fortuna di poterlo intervistare, S. E. Mons. Athanasius Schneider stava per conferire gli ordini minori, secondo la forma straordinaria della liturgia romana, ad alcuni seminaristi dell’Istituto del Cristo Re.

6) Nel Motu Proprio Summorum Pontificum, Benedetto XVI ha formulato un invito all’arricchimento reciproco delle due forme dell’unico rito romano: per Lei, che celebra senza difficoltà nella forma straordinaria, quali sono gli aspetti nei quali quest’arricchimento mutuo potrebbe manifestarsi con maggior frutto?

AS: Dobbiamo prendere sul serio il Papa. Non possiamo continuare a fare come se Lui non avesse detto questa frase. Anzi, come se non l’avesse scritta. Ovviamente, anche senza cambiare i messali, c’è modo di avvicinare le due forme.

La prima cosa potrebbe essere quella di celebrare versus Deum a partire dall’Offertorio, così com’è previsto dalle rubriche del Novus ordo. L’ordo missae di Paolo VI indica chiaramente che per due volte il celebrante si deve rivolgere verso il popolo. Una volta al momento dell’”Orate fratres” e poi quando il sacerdote dice “Ecce Agnus Dei” per la comunione dei fedeli. Che cosa significa questo se non che il sacerdote dovrebbe essere rivolto all’altare durante l’Offertorio e il Canone? Nel settembre 2000, la Congregazione per il Culto Divino e la Disciplina dei Sacramenti ha pubblicato una risposta relativa ad un “quaesitum” sull’orientamento del sacerdote durante la messa. Spiegando che “che la posizione versus populum sembra la piú conveniente nella misura in cui rende piú facile la comunicazione”, ricordava che “sarebbe un grave errore supporre che l’azione sacrificale sia orientata principalmente alla comunità. Se il prete celebra versus populum, cosa legittima e spesso consigliata, il suo atteggiamento spirituale deve sempre essere rivolto versus Deum per Iesum Christum, in rappresentanza dell’intera Chiesa.”
Mi pare che oggi questa risposta, che consiglia la celebrazione verso il popolo, potrebbe venire adattata alla nuova realtà creata del MP Summorum Pontificum con la raccomandazione di celebrare ad orientem a partire dall’Offertorio.
(mais…)

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Audiência Geral de quarta-feira dia 30 de Setembro, no Vaticano, o Santo Padre Bento XVI, afirma o papel central da Liturgia na vida e espiritualidade cristãs. Aqui uma síntese da Audiência feita pela Zenit que se poderá ler na integra em italiano e dentro em breve em português.

O Papa Bento XVI sublinhou a importância da liturgia na vida espiritual cristã, como foi para Santa Matilde de Hackeborn, a quem apresentou hoje durante a audiência geral.

Seguindo seu ciclo de escritores cristãos, que, com Hildegarda de Bingen no final de agosto inaugurou uma série de catequeses sobre mulheres insignes, o Papa quis hoje falar sobre uma das grandes figuras do monaquismo alemão.

Santa Matilde de Hackeborn, de família nobre, nasceu e morreu no século XIII, em Turíngia (Alemanha) e viveu quase toda a sua vida no convento de Helfta, na mesma congregação em que estava sua irmã mais velha, Gertrudes.

Naquela época – e graças a Gertrudes -, o mosteiro de Rodersdorf e o de Helfta se converteram, afirmou o Papa, em um importante “centro de mística e de cultura, escola de formação científica e teológica”.

Matilde “pela humildade, fervor, amabilidade, limpeza e inocência de vida, familiaridade e intensidade na relação com Deus, com Nossa Senhora e com os santos. Estava dotada de elevadas qualidades naturais e espirituais”.

Entre outras, tinha uma voz de extraordinária suavidade. Foi professora do coral do convento, além de mestra de noviças.

Matilde era chamada com o apelido de “rouxinol de Deus”.

“A oração e a contemplação foram o adubo vital da sua existência: as revelações, seus ensinamentos, seu serviço ao próximo, seu caminho na fé e no amor têm aqui sua raiz e seu contexto”, explicou o Papa.

“É impressionante a capacidade que esta santa tinha de viver a Liturgia em seus vários componentes, inclusive os mais simples, levando-a à vida monástica cotidiana”, acrescentou o Pontífice

“Suas visões, seus ensinamentos, as circunstâncias da sua existência são descritas com expressões que evocam a linguagem litúrgica e bíblica”, explicou.

A santa tinha, segundo destacou o Papa, um “profundo conhecimento da Sagrada Escritura, seja tomando símbolos, termos, paisagens, imagens ou personagens”.

De Matilde, Bento XVI convidou os fiéis a imitarem a importância que ela dava à Liturgia das Horas e à Santa Missa.

“A oração pessoal e litúrgica, especialmente a Liturgia das Horas e a Santa Missa, são a raiz da experiência espiritual de Santa Matilde de Hackeborn.”

“Isso é também para nós um forte convite a intensificar nossa amizade com o Senhor, sobretudo através da oração cotidiana e da participação atenta, fiel e ativa da Santa Missa. A Liturgia é uma grande escola de espiritualidade”, acrescentou.

Matilde sentia grande predileção pelo Evangelho, que o próprio Jesus, em uma visão, lhe recomendou ler, para compreender “seu imenso amor”, que “em nenhum lugar se encontra expresso mais claramente que no Evangelho”.

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A associação Paix liturgique começa a publicar uma interessantíssima entrevista feita S.E.R. Athanasius Schneider, Bispo auxiliar do Karaganda no Cazaquistão e autor do sobejamente conhecido livro Dominus est – É o Senhor , livro que é um óptimo subsídio para compreender o rito da comunhão praticado por Bento XVI, editado em Portugal pela editora Caminhos Romanos.

La réforme de la réforme promue par le Saint Père est une œuvre qui progresse lentement faute d’avoir, pour l’instant, reçu un soutien suffisant de la hiérarchie épiscopale. En dépit de l’attentisme de la majorité des prélats, quelques-uns ont cependant décidé de se lancer, avec enthousiasme et obéissance, dans la promotion du nouveau mouvement liturgique voulu par Benoît XVI: Nous sommes heureux de vous présenter cette semaine la première partie d’un entretien avec l’un d’entre eux, SE Monseigneur Athanasius Schneider, évêque auxiliaire de Karaganda au Kazakhstan et auteur du livre “Dominus Est – Pour comprendre le rite de communion pratiqué par Benoît XVI”, publié en 2008 aux éditions Tempora. C’est précisément de cette question de la communion dont Mgr Schneider nous parle aujourd’hui.

1) Excellence, pouvez-vous, avant toute autre chose, nous présenter l’ordre religieux auquel vous appartenez : les Chanoines réguliers de la Sainte Croix, connus aussi sous le nom de Chanoines de Coimbra ?

Monseigneur Athanasius Schneider : L’ordre fut créé en 1131 à Coimbra, au Portugal, par Dom Tello et saint Teotonio, le premier portugais a être canonisé. Ils le fondèrent avec dix autres religieux, choisissant de suivre la règle de saint Augustin et se mettant sous la double protection de la Sainte Croix et de l’Immaculée Conception. L’ordre connut une croissance rapide.
Portugais de naissance, saint Antoine de Padoue, appartint à l’ordre avant de rejoindre les franciscains. En 1834, le gouvernement portugais interdit les ordres religieux. Cependant, pour l’Église, un ordre ne s’éteint que 100 ans après la mort du dernier de ses membres. En vertu de cette disposition, le Primat du Portugal décida de relancer l’ordre au sortir du concile Vatican II. Sa renaissance fut approuvée en 1979 par un décret du Saint Siège signé par Mgr Augustin Mayer, alors Secrétaire de la Congrégation pour les Religieux. (mais…)

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Mais algumas imagens da Santa Missa na forma extraordinária, que pela primeira vez, foi celebrada publicamente e em perfeita comunhão com o Sumo Pontífice, no altar mor da Basílica de Fátima, após a reforma litúrgica. Mais fotos aqui.

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O Rev. Cón. Scott Haynes e o Rev. Pe. Joseph Santos foram entrevistados pelo jornalista Filipe d’Avillez para uma breve reportagem utilizada na Rádio Renascença. Aqui podem ler e ouvir esse interessante trabalho.

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Depois de meses de trabalho, com o auxílio da Divina Graça, levamos ao Altar do Mundo, a lex orandi com a qual os Pastorinhos de Fátima aprenderam a amar a “Jesus escondido”. Sinal de renovação espiritual, sinal de esperança!

Aceitem a nossa sincera gratidão todos os que participaram na divulgação deste evento e também a todos os que participaram nesta primeira etapa de uma renovação que se quer firmada na rocha, fiel a Pedro, e para salvação de muitos!

Louvemos a Deus por tudo o que nos concedeu da sua infinita misericórdia.

A nós inúteis servos cabe-nos a alegria de quem tudo deu.

Não deixemos apagar a torcida que agora, despertada da sonolência, já tende a brilhar mais vigorosamente!

Consagremos sempre este Apostolado à Senhora do Rosário de Fátima e ela nos alcançará a fortaleza e grandeza de ânimo necessária para avançar com a ousadia de que se sabe nas mãos de Deus.

Deus vos abençoe!

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2º Dia do Workshop

Centrámos a nossa reflexão sobre o Rito Bracarense, a questão da inculturação do Rito, e ainda o cunho marianao, de há séculos, nesta lex orandi tão desconhecida entre nós. Celebrou o Rev. Padre da Arquidiocese de Braga Joseph Santos.

(De notar que a preparação do Cálice é feito no ínicio da Missa e à elevação o Cálice é coberto com a pala – elementos unicamente presentes neste Rito da Arquidiocese Bracarense – mais fotos aqui)

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